O saldo não fecha
O estoque do sistema diverge do físico com frequência, e ninguém sabe apontar em qual etapa a diferença nasce.
Na maior parte das operações que analisamos, o ERP está ativo e funcionando — usado como emissor fiscal. Pedido, estoque, compra, expedição e financeiro continuam sendo controlados em planilha. A empresa paga por uma estrutura que usa pela metade.
O estoque do sistema diverge do físico com frequência, e ninguém sabe apontar em qual etapa a diferença nasce.
Composições sem estrutura correta fazem o saldo do kit e o dos componentes andarem em direções diferentes.
Toda a operação usa um único depósito, mesmo com Full, loja física, encomenda e reserva convivendo no mesmo saldo.
O fluxo de situações do pedido não representa as etapas reais da operação, então o sistema não mostra onde o pedido está.
Existe uma planilha que "a equipe usa porque no sistema não dá". Quase sempre dá — falta configuração.
Ninguém confia nos relatórios, porque o dado de origem está inconsistente. Aí a gestão volta a decidir por percepção.
O trabalho não é ensinar o sistema. É configurá-lo de acordo com a operação real da sua empresa — e depois garantir que a equipe consiga conduzir a rotina dentro dele.
Configuração completa do zero: cadastros, SKUs, variações, kits, depósitos, estoque, fluxos de pedido, emissão fiscal, usuários e integrações.
Parametrização das regras que fazem o sistema espelhar a operação: naturezas de operação, tipos de estoque, regras de reserva e situações de pedido.
Auditoria da configuração existente para identificar o que está mal parametrizado, o que está parado e o que está sendo feito na mão sem necessidade.
Ativação dos módulos subutilizados e reorganização da estrutura para o volume atual da operação, e não para o volume de quando o sistema foi implantado.
Conexão e revisão dos canais de venda, da loja própria e da logística — com tratamento dos erros de integração que costumam passar despercebidos.
Capacitação da equipe na rotina implantada e acompanhamento nas primeiras semanas, quando as dúvidas reais aparecem.
Transparência
A Selleredge é uma consultoria independente, especializada na operação de sellers. Trabalhamos com o Olist Tiny por profundidade técnica no sistema, e atuamos também com outros ERPs do mercado. Não somos a Olist e não representamos a empresa.
Migração de ERP é o momento de maior risco operacional de uma empresa de e-commerce: acontece com a operação rodando, com pedidos em aberto e com integrações ativas nos canais.
O erro mais comum é tratar a migração como transferência de cadastro. Ela é, na prática, uma reimplantação — e é a oportunidade de corrigir o que estava errado no sistema anterior, em vez de levar o problema junto.
Depende da quantidade de canais, SKUs e depósitos, da complexidade fiscal e de haver ou não migração de outro sistema. O prazo é estimado após o diagnóstico, junto com o escopo — prazo dado antes de olhar a operação costuma não se cumprir.
Normalmente sim. Sistemas configurados no início da operação refletem uma realidade que já mudou: mais canais, mais SKUs, Full, kits e um volume muito maior. A configuração que servia naquele momento vira gargalo depois.
Sim. A migração é planejada para não parar a operação: definimos a data da virada, o tratamento dos pedidos em aberto, a conferência do saldo de estoque, a reconfiguração das integrações e o treinamento da equipe antes do go-live.
Somos uma consultoria independente, especializada na operação de sellers. Trabalhamos com o Olist Tiny por profundidade técnica no sistema e atuamos também com outros ERPs do mercado.
Não. Estruturamos, configuramos e treinamos. A rotina diária fica com a sua equipe, que passa a ter processo definido e sistema configurado para executá-la.
Preencha o diagnóstico com as informações da sua operação. É a partir daí que conseguimos apontar o que está subutilizado e o que precisa ser reconfigurado.
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