Sistema subutilizado
Módulos inteiros parados — compras, financeiro, relatórios — enquanto a equipe controla essas áreas em planilha paralela.
Cada frente abaixo resolve uma parte da operação. Você pode entrar pela mais urgente — mas elas se sustentam: processo define a configuração do ERP, que define o controle de estoque, que define se o indicador é confiável.
Antes de mudar qualquer coisa, é preciso enxergar como a operação funciona de fato — não como está no organograma. Percorremos o caminho completo do pedido e mapeamos onde ele para, volta, se perde ou custa mais do que deveria.
O resultado é um mapa objetivo: gargalos, riscos, retrabalho, desperdício e oportunidades — com uma ordem de prioridade para resolver.
Implantar ERP não é ligar o sistema. É traduzir a operação da empresa para dentro dele: como o produto é cadastrado, como o estoque se move, como o pedido avança de etapa, o que é automático e o que exige decisão.
Quando essa tradução é feita às pressas, a empresa passa anos operando por fora do sistema que paga para usar. Nosso trabalho é fazer essa tradução direito, uma vez.
Você já tem o sistema. O problema é que ele foi configurado no início da operação, para uma realidade que não existe mais — ou foi configurado por alguém que não conhecia a rotina de marketplace.
Módulos inteiros parados — compras, financeiro, relatórios — enquanto a equipe controla essas áreas em planilha paralela.
Depósito mal estruturado, kit sem composição correta, tipo de estoque trocado, regra fiscal genérica. O sistema responde certo para uma pergunta errada.
A estrutura foi montada para um canal e três dezenas de SKUs. Hoje são cinco canais, Full, kits e centenas de itens — com a mesma configuração de antes.
Processo definido é o que faz a operação ter o mesmo resultado independentemente de quem está executando naquele dia. Sem isso, cada pessoa cria a própria versão da rotina — e o erro aparece exatamente quando o volume sobe.
Como o pedido chega, quem confere, o que bloqueia e o que libera para separação.
Reserva, endereçamento, ordem de separação e conferência antes do faturamento.
Para quem produz ou trabalha sob encomenda: quando comprar, quando produzir e como isso afeta o prazo do canal.
Emissão fiscal, geração de etiqueta, agrupamento por transportadora e coleta.
Última checagem antes do envio — o ponto onde o erro ainda é barato de corrigir.
Acompanhamento do que saiu, do que atrasou e do que precisa de ação antes da reclamação chegar.
Devolução, troca, reembolso e retorno do item ao estoque na condição correta.
O processo escrito, com responsável por etapa. É o que permite treinar alguém novo sem depender de quem já sabe.
Estoque divergente é o problema mais caro de uma operação de marketplace, porque ele não custa só o item: custa cancelamento, reputação no canal, reembolso e o tempo da equipe resolvendo o que não deveria ter acontecido.
Estruturamos a lógica de estoque para que o saldo do sistema signifique alguma coisa — por depósito, por canal e por tipo de produto.
Integração ativa não é integração estruturada. O que importa é se o dado atravessa a cadeia inteira sem precisar de digitação, conferência manual ou planilha de apoio no meio do caminho.
Do canal ao financeiro, sem digitação no meio. Cada ponto de quebra vira retrabalho ou divergência.
Vínculo correto entre anúncio e SKU, regras de saldo por canal e tratamento de erro de integração.
Emissão automática, geração de etiqueta e envio das informações que o canal exige dentro do prazo dele.
Retorno de repasse, tarifas e custos do canal para que o resultado por pedido seja apurável.
Automação não corrige processo ruim. Ela apenas o executa mais rápido e em maior escala. Por isso automatizamos depois de estruturar — e não antes.
Fluxo desenhado, etapas claras e responsáveis definidos. Sem isso, automatizar é congelar o improviso.
Configuração das rotinas que o sistema pode executar sozinho: mudança de situação, reserva, alerta, atualização de saldo.
Mais pedidos processados com a mesma equipe, e o tempo das pessoas realocado para o que exige decisão.
Indicador não é relatório bonito. É a informação mínima que permite ao gestor saber se a operação está no ritmo, onde está o acúmulo e quanto custa cada pedido processado.
Definimos quais indicadores fazem sentido para a sua operação, de onde sai cada número e com que frequência ele é olhado — sempre a partir da mesma fonte.
Toda estrutura implantada depende de quem executa a rotina depois. Se a equipe não entende o processo e não domina o sistema, a operação volta ao improviso em poucas semanas — e o projeto vira custo.
Como cada etapa deve ser executada, em que ordem, e o que fazer quando algo sai do padrão.
Uso prático do ERP no dia a dia da função — não um treinamento genérico de ferramenta.
Quem responde por cada etapa e quais são os pontos de checagem antes do pedido avançar.
Preencha as informações da sua operação. Analisamos e mostramos o que estruturar primeiro — e o que pode esperar.
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